A   fornecedora de ativos cosméticos Gattefossé projetou equipamento exclusivo para recriar com precisão a luz emitida por dispositivos eletrônicos (smartphones, talets, PC), a fim de determinar os efeitos diretos da exposição à luz emitida por tela sobre a pele.

A empresa fez uma investigação de dois anos em parceria com a empresa de biotecnologia Cytoo, que desenvolveu um ensaio de rastreio de conteúdo elevado, combinando controle preciso da propagação de fibroblastos dérmicos humanos e análise sensível da dinâmica de fusão fissão mitocondrial por imagens de células vivas não invasivas. O que permitiu às empresas utilizar a tecnologia de microproteção para monitorar as células.

As mitocôndrias, também denominadas potência das células, produzem a energia essencial para a função biológica adequada das células. A qualidade mitocondrial é finamente ajustada pela constante remodelação de sua estrutura através de um processo envolvendo fusão e fissão.

A Cytoo e a Gattefossé descobriram que a exposição a telas enfraquece significativamente a função e a dinâmica mitocondrial. A fragmentação da rede mitocondrial é observada ao lado da perda de controle de qualidade e capacidade diminuída para produzir ATP, nucleotídeo responsável pelo armazenamento de energia em suas ligações químicas.

A pesquisa de acordo com as empresas, deverá destacar a necessidade de uma estratégia para proteger a pele da luz artificial diária.