1 – Uma vez que a Sallve é uma marca cocriada com os consumidores, sua fórmula (como marca) é mais digital?

A Sallve é a primeira marca de cosméticos nativa digital brasileira e nasceu do encontro de quatro pessoas que decidiram unir forças e experiências em desenvolvimento de produtos, conteúdo digital, tecnologia e grandes audiências com o objetivo de criar produtos de alta qualidade, com fórmulas seguras, preços justos e cocriadas com os consumidores.

 

2 – Vocês falam na apresentação da marca em conteúdo digital, tecnologia e grandes audiências – isso ocorreu principalmente antes da criação da marca? Na fase de consulta a consumidores?

A Sallve é mais que uma marca nativa digital. É um lugar de troca de informação sobre beleza e de co-criação com a comunidade consumidora e tem o compromisso de oferecer escuta ativa e entender as necessidades e vontades dessa audiência que percebe o cuidado com a pele como necessário, mas não se reconhece mais em um universo cheio de padrões, regras e preços altos. Mais do que desejar novos produtos, o público quer participar da criação deles e por direcionar a conversa, pode – e deve – ter muito mais informação para testar e escolher novas opções para inserir no seu dia-a-dia. Até agora, a Sallve já ouviu e conversou com mais de 260.000 pessoas.

Sallve

3 – Uma vez que a marca é vegana, produzida de maneira sustentável, de alta qualidade, com fórmulas seguras e testadas clinicamente – o padrão fundamental para se lançar uma marca hoje em dia – qual é o diferencial da marca e o que significa exatamente marca de cosméticos nativa digital brasileira?

A rotina de cuidados com a pele é complexa e muitas vezes confusa, demandando tempo e dinheiro. Por isso, a Sallve quer democratizar o acesso a produtos e informação para ajudar as pessoas a fazerem as melhores escolhas, de forma tranquila e acertada, oferecendo performance com preço justo através de um modelo onde a venda, criação e comunicação serão feitos exclusivamente por canais digitais próprios, eliminando qualquer intermediário que possa comprometer o preço final.

 

4 – Desde quando a marca está sendo desenvolvida? Foram feitas pesquisas com consumidoras, mas também foram consideradas pesquisas de mercado?

O projeto teve início em outubro (2018) e foram feitas pesquisas quantitativas e qualitativas com a comunidade consumidora de skincare. Até agora, já ouvimos mais de 260.000 pessoas através de nossos canais e pesquisas digitais.

 

5 – A Juliana Shor, tem experiência em grandes empresas, mas a sua formação não inclui química ou farma. O desenvolvimento foi feito através de empresa terceirizada? Qual?

A Juliana Shor tem mais de 15 anos em experiência com marketing e desenvolvimento de produtos e, no time dela, atua Carlos Praes, químico responsável e líder de R&D da Sallve,
que é também Presidente do Conselho Científico do ITEHPEC. Trabalhamos com os maiores fornecedores de matéria prima do Brasil e do mundo para desenvolver nossos produtos

 

6 – Qual o posicionamento de preços em relação à outras marcas de qualidade?

Nossos produtos possuem performance de dermocosméticos com preços mais acessíveis. Nosso Antioxidante Hidratante (que possui Vitamina C, Niacinamida, Ácido Hialurônico e Resveratrol) custa 89,90, mais que 50% a menos do que os dermocosméticos concorrentes disponíveis no mercado.

 

7 – Sabe-se que a marca foi buscar inspiração ou que houve uma pesquisa na Coreia, onde há mais de 10 procedimentos de rotina de beleza e a proposta da Sallve é simplificar a rotina de cuidados com a pele, na contramão asiática? Como é isso?

Nossa inspiração para a criação dos produtos vem do que a própria comunidade pede em termos de cuidados com a pele, por isso a proposta de simplificar a rotina.

 

8 – Em um mercado ainda dominado por 7 holdings donas de 182 marcas que controlam canais de distribuição e gôndolas. Que espaço a Sallve busca para entra no mercado cosmético?

Possuímos agilidade e escuta ativa e buscamos a constante comunicação direta com a nossa comunidade para cocriar produtos junto com esse público, o que nos possibilita oferecer soluções assertivas, com ótima performance e preço justo. Acreditamos que esse espaço ainda não foi explorado pelo mercado e temos orgulho de sermos pioneiros a adotar esse posicionamento.

 

9 – Por que a Julia Petit, que tem grande experiência em maquiagem, participa desse projeto de lançar uma marca de cuidados com a pele?

Júlia Petit é publicitária e criadora de conteúdo com mais de 10 anos de experiência no mercado de internet e é referência não só no mercado de beleza como um todo mas também nas áreas de moda e estilo de vida. Durante os anos de atividade do site Petiscos, da qual foi fundadora, teve a oportunidade de ouvir centenas de milhares de pessoas, suas necessidades e anseios sobre produtos de cuidado com a pele e teve a certeza que este é um mercado que ainda tem muitas possibilidades para a criação.

 

10 – A ideia de performance com preço justo, de não intermediação para baixar os preços e de canais digitais próprios já foi testada? E os distribuidores? Como não comprometer o preço final?

Trabalhamos apenas através de nossos canais próprios, para que possamos manter o preço final dentro do nosso posicionamento de preço.