1 – Desde quando vem ocorrendo a internacionalização da Yamá?

A Yamá sempre teve interesse em exportar, mas a 1ª decisão foi preparar a fábrica para conseguir atender a grande demanda de vendas. Os equipamentos foram renovados e trocados para viabilizar mais produtividade com altíssima qualidade.

 

2 – Para quais países a empresa exporta?

O nosso plano é atingir as Américas, porém estamos prontos para atender a outros mercados que estão nos procurando. Em maio agora, vamos participar da Beauty Care Middle East com os produtos que serão lançados lá, já com a embalagem em árabe:: Escova Redutora de Volume sem Formol Brazilian Keratin – um produto inédito no mercado brasileiro, que conta com Xampu de Tratamento; um Tratamento Redutor, que inclui um blend de ativos e Ácido Orgânico para a redução do Frizz; e o Tratamento Condicionador, que reconstrói a fibra capilar.

 

3 – A empresa já tem presença na América Latina?

Não temos ainda. O projeto nasceu realmente em 01/03/2018, portanto iniciamos as nossas prospecções na América Latina, mas como eu já tenho 5 anos de experiência no mercado internacional e já possuo uma carteira de clientes, acredito que iremos encurtar o prazo de implantação que geralmente chega de 1 a 2 anos para qualquer empresa se firmar como `Exportadora`.

 

4 – Porque para os Estados Unidos?

Temos uma atenção especial com o mercado americano por 2 fatores: ele é o maior mercado consumidor de cosméticos do mundo e porque existe uma grande comunidade brasileira no país, que busca por nossos produtos em redes sociais.

 

5 – Quais as facilidades que as empresas têm para exportar para os Estados Unidos?

Todo produto nos Estados Unidos não possui obrigatoriedade de registro de produtos cosméticos para serem vendidos, o único ponto importante é que o FDA pode a qualquer tempo realizar uma inspeção no mercado e por amostragem verificar se o produto foi registrado no país de origem e se ele está de acordo com as legislações vigentes. A Yamá antes de desenvolver qualquer produto, consulta o FDA e a Comunidade Europeia, assim não corremos nenhum risco em lançar produtos em desacordo com o mercado.

 

6 – Para que públicos a empresa pretende atuar e com que produtos?

A Yamá possui 2 linhas distintas, uma para o canal profissional e uma para o canal varejo. No canal profissional vamos trabalhar com a Coloração 3D e o descolorante. No canal Varejo vamos trabalhar com a linha Yamasterol Multifuncional, que é multifuncional porque hidrata, protege, desembaraça e dá brilho. Para as adeptas de CoWash e Less Poo ele é um grande aliado por não conter óleo mineral na composição, por isso é indicado para todos os tipos de cabelos.

 

7 – O que lhes trouxe a rodada de negócios do Sebrae? A empresa participa do programa de exportação da Abihpec?

Participamos da rodada de negócios com a Apex/Sebrae, que trouxe10 compradores de diversos países, e ali apresentamos nossa proposta, entregamos amostras para que pudessem levar e fazerem testes. A Yamá é uma empresa associada a ABIHPEC e ao projeto Beauty Care Brazil que realiza todas as ações de internacionalização da ABIHPEC.

8 – O que representa a internacionalização da companhia?

Toda empresa deve pensar em exportar. Dentro de uma companhia a palavra Internacionalização não significa somente levar seus produtos para outro país. O mais importante é criar a Cultura Exportadora, ou seja, rever todos os processos de fabricação, embalagens primarias, embalagens secundarias, logística, estocagem, administração. Porque todas essas áreas fazem parte do processo e não podemos cometer qualquer tipo de erro nestes processos, porque, a distância para corrigir qualquer coisa seria muito dispendiosa. Por isso nos anteciparmos a possíveis erros é a melhor solução. E com a melhora dos processos, o mercado interno acaba e beneficiando de todos eles. Aumenta a competitividade da empresa longo do tempo e ela passa ser observada pelos concorrentes. Além disso o ganho em participação de mercado também se torna muito evidente nas prateleiras, com espaços maiores.