A Johnson & Johnson, empresa global de saúde e bem-estar, apresenta oficialmente hoje o Retail Experience Center (REC), um ambiente que proporciona uma experiência de imersão virtual e física, com simulação de pontos de venda reais para o desenvolvimento de negócio e discussões estratégicas com seus clientes. O portfólio de produtos de higiene e cuidados pessoais da Johnson, está presente em quase 80% dos lares brasileiros.

Localizado na sede da empresa, em São Paulo, o REC atende clientes da divisão de Consumo no Brasil, tanto do canal Farma como do Alimentar, através de tecnologia e pesquisa de mercado.

“O Retail Experience Center é uma das nossas apostas, onde utilizamos da tecnologia para discutir como alavancar o crescimento das categorias em que atuamos, criar uma melhor experiência de compra para o shopper no ponto de venda, além de testar novas ideias, conceitos e designs para o varejo.”, explica Fernando Bueno, Diretor Comercial da Johnson & Johnson Consumo Brasil. O executivo conta que, no REC, está instalado o VR Infinity, “um software que gera valor para a empresa, seus clientes e o consumidor final ao realizar simulações virtuais de lojas reais para que possamos avaliar minifloor, planogramas e posicionamento das categorias no PDV.”

As simulações são baseadas em pesquisas de mercado e estudos de shopper. A partir do entendimento do comportamento de compra, é elaborada uma estratégia de exposição dos produtos nas gôndolas nos canais farma e alimentar e é com este conhecimento em relação às categorias em que atua que a Johnson & Johnson desenvolve soluções de negócio para seus clientes.

O gerenciamento da categoria de produtos para bebês e crianças é um dos que empresa se destaca, graças a um histórico de liderança e referência global, com produtos como xampus, condicionadores, sabonetes e loções hidratante, além das marcas de cremes para assaduras, HIPOGLÓS® e DESITIN®.

Os estudos revelaram que  a relação do consumidor com a categoria de bebês e crianças reflete o envolvimento emocional da mãe com o filho, na busca por produtos de marcas reconhecidas com percepção de qualidade e segurança.

De acordo com a empresa, o gerenciamento eficaz da categoria de cuidados infantis inclui a criação de um ambiente que reflita a ternura do bebê, a montagem de uma seção específica que proporcione mais interação da consumidora com os produtos, uma oferta de solução completa de compra, o uso de elementos visuais para ajudar a cliente a localizar a categoria de cuidados infantis a média e longa distância na loja, além da separação dos produtos na gôndola por rotinas do bebê e da criança, como por exemplo a do banho.

“A ordem de exposição dos produtos nas prateleiras deve estimular uma cesta de compras mais completa. Isso significa que, além dos produtos de necessidade básica, que representam maior volume de venda (fraldas, por exemplo), a gôndola deve dar visibilidade aos produtos de maior valor agregado, como produtos da linha pós-banho, ajudando no desenvolvimento dessa categoria. Além disso, deve ter opções para todos os segmentos, de xampu a lenços umedecidos, etc”, explica a empresa.

“Na gôndola, recomenda-se posicionar no início, os produtos de menor penetração e maior valor agregado. E, no final, produtos geradores de tráfego, como sabonetes, cuidados com o cabelo, lenços umedecidos e fraldas”, explica Fernando Bueno. Lembrando que as fraldas são colocadas estrategicamente no final da gôndola por ser o item mais procurado. “Dentro de cada rotina, separar os produtos por faixa etária a que se destinam; agrupando ainda por marcas”, conclui o executivo.