A L´Oréal está se unido a outros players da indústria de cuidados pessoais para se conectar com uma empresa iniciante no negócio emergente de cosméticos que ajudam o microbioma da pele.

A gigante de cosméticos disse que sua incubadora de tecnologia fará parceria com a uBiome, sediada em São Francisco, para pesquisar o ecossistema microbiano da pele. As duas empresas dizem que esperam que o esforço combinado ofereça novos insights sobre as comunidades de bactérias, fungos e vírus na pele e ajudem a L’Oréal no desenvolvimento de novos produtos.

Para a L’Oréal, a parceria atende à necessidade de “entender melhor a interação entre a diversidade bacteriana e a saúde da pele”, diz Guive Balooch, vice-presidente da incubadora da empresa. O equilíbrio microbiano, ele aponta, afeta a saúde e a aparência da pele. Um desequilíbrio pode contribuir para acne, eczema, rosácea e psoríase.

Os concorrentes também estão de olho no que a empresa de pesquisa Zion prevê que será um mercado de US $ 1,4 bilhão por ano para produtos relacionados ao microbioma até 2024, incluindo suplementos alimentares, tratamento de doenças e diagnósticos.

Entre os fabricantes de ingredientes cosméticos, a Symrise formou recentemente uma parceria de pesquisa probiótica com a start-up Probi, e a DSM investiu na S-Biomedic, desenvolvedora de tratamentos cosméticos e terapêuticos inspirados em microbiomas. A fabricante de produtos de consumo Unilever investiu na start-up de microbioma da pele, Gallinée, há um ano.