Natura Amor América, lançamento 
                                    especial para o mercado latinoamericano


Podem experimentar: em uma conversa casual sobre beleza, entre pessoas de qualquer nível social ou, em outra conversa, com pessoas mais informadas sobre o mercado brasileiro de cosméticos, higiene pessoal e perfumaria – brasileiros ou estrangeiros – é quase impossível não se falar no nome da Natura.

Seja comparativamente ou como referência, produto ou gestão a Natura Cosméticos, que modestamente se apresenta em seu site como “uma das” maiores fabricantes brasileira de cosméticos produtos de higiene e de perfumaria, mas que efetivamente é a maior delas, é logo lembrada, e com respeito. Como não se lembrar de bons produtos, originais, brasileiríssimos? Alguém já viu antes um perfume ter uma embalagem parecida com um passarinho em seu ninho (Perfume do Brasil), à base de breu branco, priprioca e cumaru? Difícil encontrar quem não tenha gostado (no Brasil, na França ou no Peru) da geléia corporal de Pitanga. É da Natura o primeiro óleo corporal com essência de erva-doce. E tem aquele creme anti-sinais à base da planta pariparoba e aquele outro de passiflora, de açaí, de cupuaçu, de castanha, de erva cidreira… Foi a empresa quem trouxe o conceito de água de banho de Belém do Pará para os grandes mercados do Brasil e de outros países e quem firmou contrato de Repartição de Benefícios por acesso ao conhecimento tradicional difuso associado ao patrimônio genético com a Associação Ver-As Ervas, que representa os erveiros do mercado Ver-O-Peso de Belém do Pará. Foi a primeira empresa a utilizar refis nas embalagens, álcool orgânico, massa vegetal e que imprimiu um padrão de qualidade elevada aos produtos no mercado brasileiro. Sobretudo, foi a empresa a instituir conceito de beleza possível e a protagonizar suas campanhas com mulheres que se sentem bem e bela em qualquer idade.

                                  
                                 O primeiro óleo corporal de erva-doce
                                

Foi a Natura, não há como negar todos esses feitos. Todo mundo sabe e não tem nada demais se outras empresas seguem exemplos admiráveis. Aliás, no mercado internacional as empresas brasileiras são apresentadas como empresas de qualidade que utilizam ativos da biodiversidade brasileira de maneira sustentável – o luxo dos novos tempos. Ou alguém pensa que é fácil se embrenhar na Amazônia conquistar a confiança do povo da floresta para que este colete e forneça de maneira sustentável sementes, frutas e resinas e ainda auxiliá-lo a montar cooperativas? A empresa inclusive montou na região uma fábrica de óleos essenciais para sua saboaria em plena Amazônia, com a ajuda de cerca de 2500 agricultores de 21 municípios da região!

Há muitos feitos, que não caberiam a uma jornalista do setor mencionar com parcialidade. Mas são fatos. Todos eles já reportados fartamente pelo cosméticos br e pela imprensa em geral, tanto quanto suas informações financeiras.

Basta digitar estas referências em nosso Busca. Estão lá, entre tantos outros feitos de outras boas e grandes empresas de cosméticos do país. O que queremos lembrar aqui, com imparcialidade é a intensa atividade da Natura nesses 40 anos em busca de uma identidade própria e consistente, sócio-ambiental e economicamente justa. 
                          

Outro exemplo dessa atividade é o programa de certificação de ativos para o manejo correto das matérias-primas, de modo a garantir a preservação ambiental e colaborar para o desenvolvimento social e econômico da região. Só uma grande empresa comprometida com estas questões, como a Natura, poderia conquistar a autorização inédita de acesso sustentável ao patrimônio genético da Floresta Amazônica.

Para seguir um caminho ousado como este, é claro que tudo teve que ser construído, uma revolução empreendida. A empresa estabeleceu, tanto quanto sua maior concorrente no país a franqueadora paranaense O Boticário, como só as grandes empresas conseguem, exigências para seus fornecedores que englobam desde o cumprimento de todos os requisitos legais até responsabilidade sócio-ambiental, incluindo sistemas de gestão em qualidade, boas práticas de manufatura, valor em termos de preço e qualidade e produtos seguros na sua utilização, o que ajudou a melhorar a qualidade dos fornecedores do mercado brasileiro.

A Natura é a primeira empresa brasileira a entrar no ranking Global Reporters, que relaciona as 50 empresas que, por meio de seus relatórios anuais, melhor informam a opinião pública sobre seu desempenho econômico e socioambiental.

Desde meados dos anos 90, a corporação aprimora sua governança corporativa, processo que evoluiu com a criação do Conselho de Administração, Auditoria e Gestão de Riscos e de Recursos Humanos. Seu marco foi a abertura de capital, em 2004, quando a empresa integrou o Novo Mercado da Bovespa e hoje a empresa está incluída no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que reconhece as companhias com os melhores desempenhos em todas as dimensões da atuação empresarial.

Só para lembrar, a empresa encerrou o ano de 2008 com uma receita bruta de R$ 4,9 bilhões, um crescimento de 14,2% em relação ao ano anterior. No terceiro trimestre de 2009 (3T09), o lucro líquido foi de R$ 542,2 milhões e a receita líquida consolidada foi de R$1.054,9 milhões com crescimento de 15,9% em relação ao 3T08 (R$2.922,8 milhões e ampliação de 19,7% nos 9M09). Sua força de vendas conta hoje com 1 milhão de consultoras, com 851 mil no Brasil e 149 mil nos demais países onde possui operação: Argentina, Chile, Peru, México e, mais recentemente, Venezuela e Colômbia. Na Bolívia, a marca está presente por intermédio de um distribuidor e vai iniciar operação em El Salvador, Guatemala e Honduras. Na Europa tem operações na França desde 2006, onde está conseguindo implantar seu modelo de venda direta. Para isso, em brilhante estratégia inaugurou em 2001, em Paris, uma Casa Natura, para reforçar a marca por meio de uma flagship store.  Ainda na capital francesa mantém um laboratório de pesquisas na Europa, para aproximar a empresa dos centros de desenvolvimento do mundo, entre outras atividades. 

                            
                                   Casa Natura no Chile

Desde 2001, a empresa que surgiu em 1969 num espaço exíguo na capital paulista, está instalada no Espaço Natura Cajamar (SP) em um belo projeto do arquiteto Roberto Loeb integrado a natureza local, uma Área de Proteção Ambiental Permanente de 678 mil metros quadrados 12 edifícios que ocupam 83 mil metros quadrados de área. O Espaço  ampliou a capacidade de produção da empresa, que disponibilizou 299,1 milhões de unidades de produtos para revenda ano de 2008.  

                           
                             Fábrica em Cajamar (SP) 12 edifícios 
                                                 em 678 mil metros quadrados

O conjunto abriga as fábricas, setores operacionais, um centro de pesquisa e desenvolvimento, área de treinamento e convenções, um clube e bloco de apoio a funcionários. Em Cajamar também funciona o Centro de Distribuição, o Armazém Vertical, o Núcleo de Aprendizado Natura (NAN) e uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE). Ali trabalham 4.000 funcionários. Mas a empresa mantém no Brasil e nos sete países onde atua, cerca de 6000 funcionários.

Os edifícios são todos vidrados permitindo a integração com a natureza e a entrada de luz natural. São abertos e adequados para a visitação do público externo. Pelos seus corredores, sente uma leve fragrância de erva doce. É um conjunto tão bonito e agradável que causa admiração e perplexidade aos jornalistas estrangeiros que visitam a indústria para conhecer a maior empresa de cosméticos do país. São relações que a empresa faz questão de manter próximas.

Nessa celebração de 40 anos, em que a Natura comemora o apreço pelas relações que a construíram, a empresa aproveita para transformá-lo numa declaração pública de amor e de agradecimento, em campanha narrada pelo próprio fundador da empresa. Nada mais coerente com a história da Natura.