Um novo e amplo perfil desenvolvido pelo IPC Marketing Editora Projeto Farma/Cosméticos, revela que, entre a oferta e a demanda o setor de Saúde & Higiene, por categoria econômica e baseado no IPC (Índice de Potencialidade de Consumo), atingirá R$ 2,327 trilhões neste ano, na área urbana.

A demanda por produtos e serviços de cuidados pessoais, de higiene e cosméticos, responde por 26% desses gastos, ou seja, R$ 48,8 bilhões, em 2011. O estudo leva em conta a população urbana que ascende a 84% dos 192,4 milhões de brasileiros (51% mulheres e 49% homens), 81% alfabetizados, apontando uma taxa de crescimento de 0,85% ao ano, numa densidade demográfica da ordem de 22,63 habitantes por km². Ao todo são 57,5 milhões de domicílios, sendo 49 milhões localizados em áreas urbanas.

O consumo per capita brasileiro está estimado em R$ 14.337,68. A informação é de Marcos Pazzini, responsável pelo Projeto Farma/Cosméticos e diretor da IPC Marketing Editora, adiantando que este novo estudo emprega metodologia própria da empresa e dados de fontes oficiais inclusive os de entidades de classe e/ou conselhos profissionais.

De acordo com o estudo, nas 27 Capitais há uma concentração do potencial de consumo e de profissionais, sendo que a média na participação de consumo total dessas capitais é de 32,8%, em Higiene. O Sudeste lidera nos gastos de Saúde &Higiene Pessoal-Cosméticos, despontando igualmente no ranking nacional com a participação de 54,54% (IPC específico Saúde & Higiene).

Para o varejo, o estudo indica a disponibilidade desse mercado, constando desde hiper, super e mini mercados (cerca de 526 mil empresas) às farmácias de produtos manipulados ou não e homeopáticos (mais de 122 mil estabelecimentos comerciais), cosméticos em geral (superior a 62 mil pontos de venda).

O Projeto Farma/Cosméticos traz a abrangência do universo de Higiene & Cosméticos, que representa um consumo expressivo da ordem de R$ 48,8 bilhões, indicando gastos de 45% com produtos de uso pessoal, 41% em perfumaria, 8% em produtos para cabelos e 6% com sabonetes. A classe B lidera o consumo (43,7%), seguida pela classe C (com 37,1%), e respectivamente as classes D, com 6% e E com 0,2%. A classe A responde por 13% do consumo desse item.

A comercialização atacadista reúne 1.188 estabelecimentos de produtos de higiene pessoal (286 deles microempresas) e outros 6.956 (inclui 1.800 microempresas) de produtos cosméticos.

Já a varejista soma 62.134 pontos de venda (28.758 deles microempresas), e o número de agentes, representantes e/ou propagandistas desse comércio chega a 6.294.